domingo, 6 de junho de 2010

Sammasati


Recorda-te
  

"A última palavra de Gautama, o Buddha, foi Sammasati - Recorda-te.

Numa única palavra, tudo que é significativo está contido. 
Sammasati: Recorda qual é o teu espaço interior. 
Simplesmente recorda-te. 
Não há nada a alcançar. 
Tu já és aquilo que tens procurado em todas as tuas vidas, de diferentes modos, seguindo diferentes caminhos. 
Mas jamais olhaste para dentro. 
Apenas por alguns segundos, senta-te de olhos fechados para te lembrares, para recordares onde estiveste, que profundidade foste capaz de alcançar; qual é o sabor do silêncio, da paz; qual é o sabor de desaparecer no Supremo... 
Olha para dentro. 
E sempre que tiveres tempo, já conheces o caminho... Continua a ir para o espaço interior, de modo que o teu medo de desaparecer seja deixado de lado e comeces a lembrar-te da linguagem esquecida... SAMMASATI" 

Osho

O ser íntimo...

  


que é que te habita?
que é que está em ti e és tu?...
... o mistério, a presença de nós, a nós próprios...
a interrogação? o mundo submerso da nossa intimidade,
isto que mora comigo, o ser íntimo...
o que eu sonho mal é um sonho,
porque o desejo na experiência do meu corpo.
aquilo que falo está dentro de mim...
...SOU EU


Postado originalmente em Coração de Lys

Prelude - Vangelis


 

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Entrevista Krishna Das

Entrevista com Krishana Das, falando ao GNT sobre seu caminho,
cantando mantras e os popularizando mundo a fora.

  
Entrevista no programa Altas Horas da Rede Globo - Mantra Sita Ram
  
 
Mantra Hare Krishna (lindo)






Ouça também Mere Gurudev clicando aqui
 

A Busca - Krishnamurti

 
Longamente peregrinei através de muitas vidas por muitas terras, entre
muitos povos em busca da meta que não conhecia.

Carreguei o pesado fardo de muitas posses, das riquezas do mundo, dos
confortos que fazem a estagnação.

Prostrei-me ante os altares dos santuários que encontrei à margem da estrada
Krishnamurti
e os deuses me recusaram a meta que pretendia.

E na magia das palavras e na embriaguez do incenso permaneci abrigado nas
sombras entre as paredes do templo.

Criei filosofias e credos, complicadas teorias de vida.

Entranhei-me das criações intelectuais do homem com elas me engrandeci em arrogância.

E, tão súbito quanto a tempestade desaba, vi-me nu, esmagado pela agonia de coisas transitórias.


E como as terras do deserto sem sombras assim se tornou minha vida.
Vi e me ouvi eremita.

Livra-te do veneno do preconceito que corrompe tua verdade porque és imenso
em teus preconceitos, tanto velhos quanto novos.

Livra-te da estreiteza de tuas tradições, convenções, hábitos,
sentimentos de posse.

Como o homem que não tem ouvidos,
és surdo para a música melodiosa.


Como o homem que não tem olhos,
és cego para o esplendor do crepúsculo.

Como o mergulhador que desce ao fundo do mar arriscando a vida pelo gozo
transitório,
deves tu também penetrar fundo em ti mesmo.

Como o audaz alpinista que conquista os altos cumes,
deves tu também ascender àquela altura vertiginosa,
de onde todas as coisas são vistas em suas verdadeiras proporções.

Como o lótus que, rompendo o lodo, ao céu se eleva deves tu também arredar
todas as coisas transitórias se queres descobrir tua força oculta para
enfrentar as viscitudes do mundo.

Como a rápida corrente conhece sua nascente, deves tu também conhecer teu próprio Ser.

Como a trilha tortuosa da montanha, descortina a cada instante vistas novas,
assim também em ti há uma revelação constante a cada experiência de
encontro.

Como o mar encerra uma multidão de seres vivos, em ti fazem ocultos segredos de todos os mundos.

Como a flor que desabrocha à branda luz do sol, deves tu te abrir, se te
queres conhecer.

Perscruta tuas próprias profundezas com os olhos límpidos se queres perceber todas as coisas.

Como o lago tranqüilo que reflete o céu, assim deverão os homens e as coisas em ti se refletir.

E como o rio misterioso que no largo mar se lança adentro me lancei no mar
da libertação.

A Busca
(Krishnamurti)

Budha Mahatma

  

  

terça-feira, 1 de junho de 2010

As Brumas de Avalon


A misteriosa ilha mágica de Avalon foi cantada em prosa e verso por trovadores medievais.

Lá viviam seres elementais, como fadas, ninfas e elfos, além das sacerdotisas da Lua e aprendizes dos mistérios e forças da natureza.

Era magicamente iluminada pelo Sol.

Densas brumas obscureciam o caminho até ela, onde tudo florescia.

Só quem bem conhecia os caminhos da magia era capaz de vencer as brumas de Avalon, conhecida como Ilha dos Mortos, para onde ia o mais famoso de todos os reis ingleses, Arthur, em busca de conselhos.

Séculos se passaram... Mas a lenda de Arthur e de Avalon está cada vez mais forte. Acredita-se, que o rei só espera um bom momento para voltar.

Na década de 60, arqueólogos escavaram arredores da cidade de Glastonbury, na planície de Somerset, sudoeste da Inglaterra e 150 quilômetros de sua capital, Londres.

Acredita-se que Arthur teria alí se refugiado. Foram encontrados vestígios de uma fortificação de madeira, construída no Século V, quando Arthur teria reinado.

Glastonbury foi dominada pelos celtas.

Depois, conquistada por romanos, no início da Era Cristã.

Foram Arthur e os 12 cavaleiros da Távola Redonda que, no final do século V, expulsaram os saxões da região.

O sobrenatural de “Ynis Witrin”, como Glastonbury foi chamada pelos celtas, os primeiros habitantes, era uma atração a mais para os conquistadores, que para lá se dirigiam em busca do ferro (ainda abundante e na Idade Média mais valioso que ouro).

Hoje, o cenário de “Ynis Witrin” mudou. Mas em todas as épocas, a sua história esteve envolta nas brumas da magia.

É considerada um Santuário e um dos lugares mais misteriosos do Planeta. Antigas citações indicam que era de fato uma ilha.

Arqueólogos confirmam que os campos ao redor da cidade foram pântanos drenados.

“Ynis Vitrin” significa “A Ilha de Vidro”, nome que designa um outro mundo, onde seres mágicos vivem para o todo e sempre.

Entre sítios históricos e formações geológicas nos arredores da cidade, existe em meio a planície da região, uma única colina (Tor) em forma de cone, com quase 300 metros de altura.

No cume, ruínas da torre da igreja de Santin Michel se erguem como tótem fincado na terra, num apelo aos céus.

Foram escavadas nas encostas, curvas de nível e desenhos.

Vistos de cima, lembram um labirinto ou espiral conduzindo para o alto.

Tor significa em Celta portão, passagem. Estaria alí o umbral que permite a passagem do nosso mundo para a ilha mágica de Avalon?

Os esotéricos que buscam Glastonbury acreditam que sim.

Foram versos de monge e trovadores medievais que registraram à frente das batalhas do povo bretão, a existência do líder guerreiro Arthur. 

O filme Brumas de Avalon, tras uma interessante versão de Avalon, vale a pena ver o filme e ler os quatro volumes do livro "As Brumas de Avalon"(The Mists of Avalon- 1979).

 

Sai Baba



Nunca ache pouco a transformação que está ocorrendo, como eu ando no meio de vós ...
... tudo sobre o que meus olhos caem, será transformado.

Baba

Por que o Oriente Médio está em crise?


 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Quem é teu irmão?



Temes a Deus porque tens medo do teu irmão.
Aqueles a quem não perdoas, tu temes.
E ninguém alcança o amor com o medo ao seu lado.

Ao teu lado está alguém que te oferece a salvação, pois o Cristo está nele.
Escolhe o que ele é, lembrando-te de que vais receber dele de acordo com a tua escolha.
Ele tem em si o poder de perdoar os teus erros, assim como tu os dele.

Contempla o teu Amigo, o Cristo que se encontra a teu lado.

 Ensinamentos de Um Curso em Milagres

Mul Mantra - Snatam Kaur


 

Sleepsong - Secret Garden


 

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