terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mensagem à Terra

 
Existe um Alto Comando Superior associado à solução planetária que vela pela Nave Terra. Este Vértice tem funcionado a partir de níveis muito internos no seu próprio espectro, semeando, por irradiação, o Fogo Puro do Amor indizível, naqueles que podem receber isso. Esse Alto Comando tem estado aspergindo a sua imensa Graça sobre toda a consciência que ama. Esses Seres, ainda que superconscientes (conscientes em muitas dimensões) focalizam, principalmente, o incendiar Sagrado dos nossos veículos, da nossa natureza.
Ainda que existam centenas de Hierarquias concentradas na nossa instrução, na ampliação da nossa compreensão e na reconfiguração da nossa personalidade, trabalhando com compreensão, com consciência, com educação e o resgate da Humanidade da amnésia coletiva em que o planeta ficou encalhado, o Alto Comando supervisiona apenas o Fogo, a Alegria e a Luz.
Esse Comando Maior não lida com instrução, Ele lida com voltagem e resistência, com a nossa coesão e a nossa resistência para receber voltagem, para receber carga Divina. Lida com a observação da capacidade de um ser ancorar em si e se manter estável à medida que películas de Fogo vão sendo acumuladas no seu interior. É um Comando de Fogo, de Potência. Esse Comando tem como vértice maior Michael que tem operado do limiar de Orion. Ele é a própria espada que fende mas não fere que separa sem isolar, que clarifica a senda.
Essa turbina, Michael, recebeu o Fiat do Pai para não permitir que a Terra tivesse os seus fios de Luz cortados. O Ser da espada tem como missão impedir que haja cortes, que este planeta fique irremediavelmente danificado nos seus corpos subtis. Esse Ser selecionou um Irmão Maior, o Cristo, que é um Melchizedeque, um Instrutor Cósmico, para verter o seu Amor sobre o planeta, especificamente. Cristo é um desdobramento, para baixo, de Michael, é um enviado de Orion cumprindo a frequência Michael nesta região do Universo. Este Cristo selecionou um Mestre avançado da Hierarquia da Terra e de Vênus – Jesus – para se ancorar na superfície bioquímica do planeta. O Cristo, vindo de regiões para além deste sistema solar, é um instrutor que veio trazer a frequência Michael. Nós, até agora, temos visto estas realidades separadas, temos nesta altura a possibilidade de voltar a ver o fio que liga tudo isto.
Portanto temos: Michael, nas regiões superiores, nos mares de fogo; o Cristo, nas universidades cósmicas (o Grande Instrutor) e Jesus, que se ofereceu para funcionar como uma base de sustentação a uma Frequência Extra-Planetária.
MICHAEL - um criador original - um Elohim - Mares de Fogo - universo Pai
Cristo - um Melkizedeque - Irmandades Cósmicas - Mundos de Instrução - Universo Filho - (este Ser é a expressão pura do Segundo Raio divino )
Jesus - Sananda Kumara - um mestre Ascenso de origem Venusiana - Escolas Solares - Universo Mãe.

Michael é um Elohim, é um dos criadores originais. Ele é um dos que viu o Plano e o traduziu para baixo na melhor forma que a substância podia ancorar. Ele utilizou Cristo e Jesus como pantógrafos cósmicos, como instrumentos de afinação universal. As Essências desses grandes seres são uma só.

Existe este Ser, Sananda ou Samana, esta vasta elipse de Paz Cósmica, que se está posicionando em relação à Terra, que funde em si as energias de Michael, de Cristo e de Jesus. Samana/Sananda é uma fusão Cósmica de Jesus, é uma Irradiação Superior de Jesus, talvez se possa dizer que se trata de Jesus para além da Ascensão. Sabe-se que Esse Ser é também a fusão de aspectos do Cristo e de aspectos de Michael, isto é, mônadas que pertencem a níveis superiores do Universo fundiram-se na mônada de Jesus. Hoje, Jesus, é uma fusão de várias Mônadas.


E esse Ser, SAMANA ou SANANDA , é o responsável máximo pela transição planetária. Ele é o Vértice de toda a operação. Todas as Frotas, todos os Comandos, todos os Comandantes de zonas, todas os Comandantes de quadrante, todas as Hierarquias locais, respondem, em termos de coordenação, à frequência de Samana. E esse Ser está-se anunciando à superfície da consciência coletiva sob a forma de Paz – o Espírito da Paz. A sua realidade é como uma película que envolve a Terra e a cobre de Paz. Um varrimento global de Paz.

Nas descrições de natureza gnóstica do Próximo Oriente, muitos dos seres que eram arrebatados aos céus, eles entravam em contato com aquilo que eles descreviam por “fenix”. Eles descreviam os serafins com 6 asas, e as fenixes, eles não lhes conseguiam contar o número de asas. Asas significa “capacidade de navegação interdimensional”, capacidade de entrar no hiper espaço e de funcionar em matrizes espaciais superiores. O espaço pode ser dividido em matrizes (5): piramidal; cúbica; octaédrica; icosaédrica e dodecaédrica. Estes sólidos são subdivisões sagradas do espaço. São espaço com capacidade de revelar consciência. Se nós associarmos vários destes sólidos entre si, eles casam hermeticamente, não ficam espaços vazios entre eles. Isto é útil porque nos dá pontos de aplicação da vontade do Pai no espaço. Eles são mapas do comportamento da energia.
 
 Uma nave interdimensional contém poder de passar de uma matriz espacial cúbica para comportamentos energéticos de tipo dodecaédrico, icosaédrico ou esfera. Isto significa que elas podem viajar no hiper espaço e portanto conhecer as dimensões divinas do mesmo ponto no espaço viajando no hiper espaço. Quando nos aproximamos de uma matriz dodecaédrica qualquer ponto começa a ir dar a qualquer ponto no Universo. Por isso é que uma nave pode levar 8 minutos de Orion até aqui.

A Fraternidade Branca, no seu nível cósmico, dispõe de veículos com capacidade de viagem interdimensional e as 6 asas dos serafins são só uma descrição dessa capacidade de translado interdimensional.
Quanto às fénixes são descritas como pássaros gigantes que habitavam os níveis superiores do Universo ( ver o Livro de Enoch, e as lendas Judaicas em geral).

As fenixes são planetas artificiais construídos pela Hierarquia galáctica. São bioesferas que funcionam como grandes embaixadas do Comando Central. Elas reproduzem o que é a vida nos planos superiores.
Se tu estás a fazer o trabalho, estás a abrir o caminho para as Grandes Naves-Mãe. Elas têm um poder de materialização e desmaterialização e utilização dos poderes ocultos do espaço, dos poderes que o espaço contém, que está mesmo à nossa frente e nós não percebemos.

Essas naves contêm concentrações de organizações de força segundo os 5 sólidos platónicos, eles contêm o poder de ligação às várias dimensões instantaneamente.

Essas naves são descritas como esferas arquitetônicas, têm a bordo pássaros, lagos, colinas, aldeias de luz. São hologramas que reproduzem níveis ultra altos de vida.

Essas esferas são hologramas de planetas superiores e uma parte do teu ser já está a bordo delas. A parte fundamental do teu ser já caminha nestes Hologramas Cósmicos, já conhece estas Centrais Celestes. O que não conhece é este pequeno grão de areia aqui em baixo, mas o Ser Maior que tu és já faz parte da Consciência Cósmica Superior. É Espírito. O nosso problema não é a prisão em que estamos mas o terrível Poder da Liberdade que somos, porque sair da prisão é fácil, agora, enfrentar a Liberdade é outro problema. Assumir que somos livres, criados para a Liberdade Cósmica Superior, assumir esta Liberdade Maior é que implica uma dilatação da consciência que a maior parte dos seres não faz.

Amar a Liberdade ao ponto de ela se revelar e nascer em ti, invocar essa Liberdade Maior é o trabalho do consciente hoje. Amar o que está à frente e não o que ficou para trás. 

Nós temos esse Núcleo de Fogo que está ligado a esses Veículos Sagrados preparando o translado de centenas de milhares de indivíduos a bordo da maior dessas Nave-Mãe – Samana – em órbita da Terra.
Os corredores de contato com essa realidade estão-se a abrir para muitos seres e numa primeira fase o grupo de serviço direto será levado a bordo para ter a consciência divina integral reconstituída e isso não pode ser feito na superfície do planeta, exceto em alguns casos.
O tempo para a ativação do Corpo de Luz integral está-se a escoar. Nós vemos a velocidade de escoar o tempo na Terra por um indicador muito simples como a Amazônia. A Amazônia dá-nos o tempo que temos. A Amazônia demorou 60 milhões de anos a fazer e nós em 20 anos destruímos 40%, quase metade. Este número é de 1990. Quando chegarmos aos 20% que restem da Amazônia, o equilíbrio do planeta chegou ao fim.

Os Irmãos têm 10 anos para colocar o grupo de contato direto a bordo (são milhares de indivíduos no planeta inteiro). Voltar a receber a Irradiação de Samana direta, reconfigurar os seus campos vibratórios, reconhecer a sua filiação ao Plano Original e descer de novo, possivelmente como discípulos avançados. Há seres que já fizeram isso.
O sacudir das crostas tridimensionais básicas terminou. Nós, efetivamente, do ponto de vista oculto, continuamos “a dormir”. Continuamos abertos à Luz que nos conforta. É porque o indivíduo não se abre à luz que desconforta que ele ciclicamente precisa da luz que o conforta.

A lei do karma, à face da lei cósmica superior, não existe. Existe à face da luz cósmica inferior. Existe porque tem a ver com a árvore do conhecimento do bem e do mal. Estamos na lei do dois. 
Quando entramos no triângulo: o bem; o mal e o Supremo, quando renuncias ao bem e ao mal e te alinhas com o supremo, entras na Lei da Ascensão e o indivíduo tem que definir se paga dívida kármica ou se ascende. 

Se ele paga a dívida kármica, ele pode continuar a combinar a sua vida: espinhos com Luz que conforta. E vai bem. Mas se ele ascende, ele precisa de se ligar ao Supremo e viver o Supremo.
Tu sabes que estás a dormir porque passam os anos e a tua vida não se altera. Ela é previsível, ela responde às tuas expectativas e se assim é, eu estou estagnado. Nós calibramos o trabalho em função do nosso próprio bem-estar. E isso mantém as margens: o lado de cá e o lado de lá. E nos planos imediatamente acima do teu ser, são só mãos estendidas! Mãos de Mestres tentando tirar-nos dum poço, duma depressão dimensional, é como se, sobre as nossas cabeças, chegassem mãos para nos agarrar.

Se eu não ergo a minha para agarrar a mão do meu Mestre, ficamos no nível do conforto espiritual que é o nível mais subtil de estagnação.
Existe a Luz que vem, equilibra, harmoniza, estabiliza, e existe o Fogo que transforma. A Luz que vem está ligada à 4ª e 5ª dimensão e vem da nossa própria alma. O Fogo que transporta está na 6ª dimensão do teu ser e vem da centelha divina.

Para que o Fogo transforme eu tenho que superar o que eu acho que eu sou. Eu preciso de viver uma revolução psicológica. 
Preciso de sentir ar fresco à minha frente. Eu preciso de aceitar ser desestruturado e reestruturado pela minha própria lente central.
Eu preciso encontrar o meu motor espiritual através de uma sinceridade total com o centro do próprio ser.

No centro do teu ser existe uma turbina capaz de transformar todos os teus hábitos (como o hábito de estar triste, porque a tristeza aumenta a depressão, a depressão aumenta a capacidade de fixação do Fogo e esta confirma a inércia.

Dentro de nós existe um Libertador! Existe um que viu e vai. E vai quer os corpos acompanhem ou não. Se os corpos acompanharem, dá-se uma iniciação, se não acompanharem dá-se uma transmigração para planetas na idade do bronze, mas a mônada continua a sua visão cósmica superior.

Eu preciso de começar a amar num grau que queime o gelo do passado dentro de mim. Só que eu estou hipnotizado pela rede que eu construí nos últimos 7 anos ( tempo médio de materialização de uma matriz de realidade) mas, à medida que o planeta se aproxima das dimensões superiores a “décalage” entre pensamento e manifestação é cada vez menor. 

Nós criamos a nossa própria realidade. O que nós vivemos no quotidiano é a fotografia do nosso modelo do que deveria ser o Universo. A nossa vida foi construída por nós. Enquanto eu tentar encontrar o responsável pelo meu mal estar eu estou na lei do carma (lei do 2). O indivíduo lúcido sabe que é o único autor daquilo que lhe acontece e é porque ele muitas vezes não sabe dizer não que lhe acontecem coisas. Nós construímos a realidade à nossa volta através dos SIMS, dos TALVEZ e dos NÂOS.
Quando eu não digo não a uma coisa que eu sinto que devia ter sido não, fica criado um cabo, tu pensaste não e disseste sim. Pronto, começou a energia de fricção entre o teu centro e a tua periferia e começa a acumular energia de irritação nervosa (Imperil). E por cada não que ele não diz multiplica todos os nãos que ele não disse antes. Vai enfraquecendo a sua vontade, vai-se tornando submisso, adormecido, vai comprando a sociabilização com a sua submissão.

Só quando tu aprendes a dizer não é que tu és o autor da tua realidade.

Ninguém nasce e vive o contato cósmico superior numa determinada família sem que a família tenha imenso para receber, se assim não fosse não existia a lei da economia.

O indivíduo tem de encontrar um ângulo mais profundo para ocupar um ponto na rede relacional de forma que, a partir daí, ele possa trazer a energia do seu centro e partilhá-la, senão a energia não passa, tanto assim que basta observarmos a família e a sociedade como um todo…
Isto está a ser dito no contexto do contacto com as Naves-Mãe porque em muitos países observam-se sequências de imobilização muito específicas: a Alemanha tem uma forma de imobilizar os servidores que tem a ver com o hiper desenvolvimento da mente e uma certa arrogância científica que impede a descida dessa energia maior; os Estados Unidos tem uma forma específica de acordo com a vida superficializante americana; o Brasil está a lidar com problemas de sensualidade e de extravasamento astral via sensualidade; todos os países têm uma forma de aprisionar a luz. Observa-se que em Portugal uma das formas mais presentes para imobilizar o Serviço e a Assunção da Luz num ser é a família, o vizinho e o que os outros pensam ou não pensam. Isto forma uma tela em volta de um servidor e se ele não desmonta esta tela, os anos passam e o indivíduo não consegue assumir o seu posto.
Há muita Luz aprisionada dentro de ti, porque tu não sabes dizer NÃO! Porque estás a contemporizar com padrões que não te dizem respeito, porque estás a fazer parte de uma rede, de uma egrégora, de uma malha vibratória que já não é a tua. Toma consciência da energia que estás a gastar hoje para reprimir a tua própria Luz.

Se o nosso mental não nos dá Alegria Cósmica Profunda, é porque ele não está a processar o Real. A nossa mente contém o poder de refletir a alegria no plano mental.

Se tu entregas a parte do teu ser que resiste à Luz, todas as outras partes, acima dessa, se alinham. 

Se eu encaro o ponto mais obscuro e o elevo, eu estou na crista da onda. Há que pedir a transmutação ígnea do núcleo em nós que não se quer entregar à Luz. 

Se nós conseguirmos expor esta parte refratária à nossa Luz Maior, todo o nosso ser psicológico se começa a harmonizar miraculosamente.
A diferença entre ter ou não ter este nível trabalhado é a diferença entre lembrares-te ou não que estiveste a bordo, porque quando é feito um contacto o indivíduo é submetido a uma frequência de energia eletromagnética que anula os níveis superficiais da memória.
Há um nível muito profundo da memória onde o consciente não consegue chegar. Quando o contacto direto acontece, se tu estás em corpo físico, a Confederação não tem autorização para fazer a abordagem à humanidade de superfície mantendo integral a memória. Isto significa que, para Eles nos contatarem, Eles preparam o campo e o tipo de vibração eletromagnética anula a memória superficial, só a memória ultra profunda registra o que vai acontecer. Quando o contacto termina, Eles desligam aquele campo eletromagnético e a memória superficial retorna. Tu não te lembras do que aconteceu nas últimas 4 horas porque só a memória profunda registrou.

Na primeira Ascensão (consiste em levar os grupos de serviço a bordo para uma reconfiguração energética que não pode ser feita na superfície do planeta), se o indivíduo tiver trabalhado esse nível refratário, Eles permitem que o indivíduo retorne com a memória integral da experiência porque existe segurança, em termos da estrutura profunda dele, para ele se lembrar, mas se ele não tiver trabalhado essa região refratária, Eles têm que apagar a nossa memória porque o conflito entre essa zona refratária e o impacto duma civilização galáctica é muito potente e pode desequilibrar a pessoa.

Há uma relação direta entre o grau em que eu trabalho este núcleo resistente e o quão eu me posso lembrar dos meus contactos superiores. Não é fácil porque tem a ver com “coragem de transformação integral” é um outro nível de coragem. Agora, quando um faz um pouco disto, ele aliviou o processo de todos os outros. É assim que nós nos amamos uns aos outros, fazendo o melhor possível o nosso próprio trabalho.
  
  

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mul Mantra - Snatam Kaur

     

Você já acordou hoje?


Há algum tempo li pixado num muro a seguinte frase: “Você já acordou hoje?”. Se estou lendo é claro que já estou acordado. Simples, direto e aparentemente óbvio, mas quando analisada mais a fundo é bastante interessante a frase.

Ela fez-me pensar (o que era seu objetivo é claro), quantas vezes estou realmente acordado? Quantas vezes não estou apenas repetindo hábitos marcados pela rotina do cotidiano? Quantas vezes acordo, levanto, pego meu carro em direção ao trabalho pelo mesmo caminho de ontem, passo o dia inteiro no automático fazendo as mesmas coisas, no fim do dia volto (novamente pelo mesmo caminho) e ponho-me a dormir? Que dia foi esse? Um exatamente igual a outros que já ocorreram dessa mesma forma.

Quantas vezes consegui fugir da armadilha da rotina e do cotidiano, sem entrar no “automático” e me senti REALMENTE no momento presente? Infelizmente não consegui responder que foi sempre.

Mas é preciso responder SIM todos os dias para o questionamento do muro, mas para isso vou responder sim no dia de hoje, devo estar acordado no hoje, para que no momento presente do amanha possa estar construindo da mesma forma.

Quero estar acordado para sentir o momento, se for sol, sentir o calor do sol, se for chuva, perceber o cheiro da chuva no ambiente. Olhar, ver e sentir a beleza de cada dia, de cada momento, de cada situação e emoção que vivo com diferentes pessoas, sabendo que aquele momento e aquela sensação são únicos, não se repetirão. Não daquela forma, nem com a mesma intensidade, pode até ser mais, talvez menos, mas nunca será igual.

Quero estar acordado, somente assim poderei amar e ser amado, pois, ninguém ama verdadeiramente no automático. No automático olhamos sem ver, tocamos sem sentir e gostamos sem amar. No automático não vivemos, apenas existimos deixando que a vida passe por nós.

Estar no automático é viver arrependido pelo que já passou e preocupado pelo que será, é fazer sem sentir o que está a fazer naquele instante... sem vivenciar aquele momento.

Que eu sempre compreenda que a vida é um grande, um enorme momento de existência que estou a experenciar no plano físico, que esse grande momento se constitui de vários momentos de meu cotidiano, e que é preciso construir meu despertar no momento presente de cada dia, pois somente assim estarei vivendo a vida e não apenas existindo nela.

Obrigado ao pixador do muro!
 
RicardoAlmeida 

Um novo homem

 
Ensino um novo homem, uma nova humanidade, um novo conceito de estar no mundo. Proclamo o homo novus. O velho homem está a morrer, e não há mais necessidade de o ajudar a sobreviver. O velho homem está no leito mortal: não chores por ele – ajuda-o a morrer. Isto porque somente com a morte do velho homem, o novo, pode nascer. A cessação do velho é o início do novo.
 
 
 
A minha mensagem para a humanidade é um novo homem. Menos do que isso, não. Não algo modificado, não algo contínuo com o passado, mas totalmente descontínuo.

O homem não tem vivido verdadeiramente até agora, não autenticamente; o homem tem vivido uma pseudo vida. O homem tem vivido patologicamente, o homem tem vivido doente. E não há necessidade de viver com essa patologia – podemos sair dessa prisão, porque essa prisão foi construída pelas nossas próprias mãos. Vivemos numa prisão porque assim o decidimos – porque acreditámos que a prisão não é uma prisão, mas a nossa casa.

A minha mensagem para a humanidade é: Chega. Acordem! Vejam o que é que o homem fez ao próprio homem. Em 3000 anos o homem andou a lutar durante 500 anos. Não podemos designar esta humanidade como sendo saudável. E só de vez em quando, um Buda floresceu. Se num jardim, só de vez em quando uma planta dá uma flor, chamas a isso um jardim? Algo de muito básico correu mal. Cada pessoa nasceu para ser um Buda: menos do que isso não te preencherá.

Eu declaro a tua Budidade.

Mas o que é que correu mal? Porque é que o homem viveu durante milhares de ano num tipo de inferno? Durante milhares de anos vivemos com o conceito de homem como um campo de batalha entre o baixo e o alto, o material e o espiritual, o prolixo e o lacónico, o bom e o mau, entre Deus e Diabo. As consequências disto limitaram severamente o potencial humano.

Para destruir o homem, para destruir o seu poder, uma grande estratégia tem sido usada – que consiste em dividir o homem em dois. O homem tem vivido na dualidade de ser materialista ou ser espiritualista. Foi-nos dito que não podemos ser ambos. Ser o corpo ou ser a alma – Foi-nos ensinado que não podemos ser ambos.

Esta foi a raiz da miséria do homem. Um homem dividido contra si próprio vai-se sentir num inferno. O céu nasce quando o homem deixa de se dividir contra si próprio. A separação do homem significa miséria, a integração do homem significa benção.

Até agora, a humanidade tem sido esquizofrénica – porque foi-lhe dito para reprimir, para rejeitar, para negar, muitas partes do seu ser natural. Mas ao rejeitá-las, ao negá-las, elas não são destruídas – simplesmente ficam tapadas. Ficam a funcionar a partir do inconsciente; assim ficam realmente mais perigosas.

O homem é um todo orgânico. E tudo o que Deus deu ao homem deve ser usado; nada deve ser negado. O homem pode ser uma orquestra; tudo o que é necessário, é a arte de criar harmonia dentro de si mesmo.

Mas aquilo a que chamamos religiões têm-nos ensinado caminhos para a desarmonia, para a discórdia, para o conflito. E quando estamos a lutar connosco próprios dissipamos a nossa energia. Tornamo-nos sombrios, ininteligentes, estúpidos – porque com pouca energia, ninguém consegue ser inteligente. Quando a energia transborda há inteligência. O transbordar da energia é o que causa o crescimento da inteligência. E o homem tem vivido numa pobreza interior.

A minha mensagem para a humanidade é: criem um novo homem – não dividido, integro, total.

O Buda não era total, nem o grego Zorba. Ambos são metade. Eu amo Zorba, eu amo Buda. Mas quando olho profundamente para Zorba falta algo: não tem alma. Quando olho para Buda, algo falta também: não tem corpo.

Eu ensino um grande encontro: o encontro de Zorba com Buda. Eu ensino Zorba o Buda – uma nova síntese. O encontro do céu e da terra, o encontro do visível com o invisível, o encontro de todas as polaridades – do homem e da mulher, do dia e da noite, do Verão e do Inverno, do sexo e da beatitude. Só nesse encontro um novo homem erguer-se-á na Terra.

A minha gente, são os primeiros raios desse novo homem, desse homo novus.

A divisão interna tem guiado a humanidade para um estado de suicídio. Só tem criado escravos – e os escravos não podem viver realmente, não têm nada para viver. Vivem para os outros. São reduzidos a máquinas – cheios de habilidades, eficientes, mas uma máquina é uma máquina. E uma máquina não conhece o prazer de viver. Não consegue celebrar, só consegue sofrer.

As velhas religiões acreditavam na renúncia. A renúncia tem sido uma maldição. Eu trago uma benção para ti: eu ensino regozijo, não renúncia. O mundo não deve ser renunciado, porque Deus não o renunciou – porque é que tu o fazes? Deus é... porque é que tu não hás-de ser?

Vive-o na sua totalidade – e viver a vida totalmente trás transcendência. Então o encontro da terra e do céu é tremendamente belo; não há nada de errado. Então as polaridades desaparecem em si mesmas e os pólos opostos tornam-se complementares.

Mas o homem velho, não é verdadeiramente humano. É um humanóide, um homo mechanicus – um homem que não é total. E um homem que não é total, nunca pode ser sagrado.

O novo homem está a chegar, a cada dia. É uma minoria, é natural – mas os novos mutantes já chegaram, as novas sementes já chegaram. E o início deste século, assistirá à morte de toda a humanidade ou ao nascimento de um novo ser humano.

E tudo depende de ti. Se continuas a trepar para o velho, então o velho homem prepara-se para cometer um grande suicídio, um suicídio universal. O velho homem está pronto para morrer; o velho homem perdeu o entusiasmo de viver.

Fica atento! Fica atento aos políticos – são suicidas. Fica atento aos velhos condicionalismos que nos dividem como Indianos, Alemães, Japoneses ou Americanos. O novo homem tem de ser universal. Ele transcenderá todas as barreiras da raça, religião, sexo, cor da pele. O novo homem não será nem oriental nem ocidental; o novo homem reclamará toda a terra como a sua casa.

Só então poderá a humanidade sobreviver – e não só sobreviver – com a chegada do novo conceito de homem... o velho é o conceito de “qualquer/ou”: o novo será “ambos/e”. O homem tem de viver uma vida rica interna e externamente; não há necessidade de escolher. A vida interna não é contra a vida externa; elas são parte de um ritmo.

Tu não precisas de ser pobre por fora para ser rico por dentro. E não precisas de ser rico por fora e deixar de ser rico por dentro. É assim que tem sido até agora – o Ocidente escolheu um caminho: Ser rico por fora! O Oriente escolheu outro caminho: Ser rico por dentro! Ambos estão desequilibrados. Ambos têm sofrido, ambos sofrem.

Eu ensino a riqueza total. Ser rico por fora através da ciência, e ser rico no mais profundo do coração através da religião. E é assim que te tornarás um, indivíduo, orgânico.

O novo homem não é um campo de batalha, com a personalidade separada, mas uma homem unificado, único, completamente sinérgico com a vida na sua totalidade. O novo homem incorpora uma imagem mutante mais viável de homem, uma nova forma de estar no cosmos, uma forma qualitativamente diferente de perceber e experienciar a realidade. Por isso, por favor, não chorem a morte do velho homem. Regozijemo-nos pelo facto do velho estar a morrer, da noite estar a morrer, e do amanhecer surgir no horizonte.

Estou satisfeito, totalmente satisfeito, que o homem tradicional esteja a desaparecer – que as velhas igrejas estejam a ficar em ruínas, que os velhos templos estão desertos. Estou imensamente satisfeito por a velha moralidade estar a cair direita no chão.

Esta é uma grande crise. Se aceitarmos o desafio, esta é uma oportunidade para criar o novo. Nunca estivemos tão maduros no passado. Vivemos numa das mais belas épocas – porque o velho está a desaparecer, ou já desapareceu, e um caos criou-se. E só do caos aparecem as grandes estrelas.

Temos a oportunidade de criarmos um cosmos novamente. Esta é uma oportunidade que raramente surge – muito rara. Somos uns felizardos por estarmos vivos nesta altura crítica. Usemos a oportunidade para criar o novo homem.

E para criar o novo homem, tens de começar por ti.

O novo homem será um místico, um poeta, um cientista, tudo junto. Ele não olhará para a vida através de divisões podres. Ele será um místico, porque ele sentirá a presença de Deus. Ele será um poeta, porque ele celebrará a presença de Deus. Ele será um cientista, porque ele pesquisará a presença de Deus, cientificamente. Quando o homem for estas três vertentes juntas, o homem será total.

Este é o meu conceito de homem sagrado.

O velho homem era reprimido, agressivo. O velho homem era obrigado a ser agressivo porque a repressão sempre trás agressão. O novo homem será espontâneo, criativo.

O velho homem viveu através de ideologias. O novo homem não viverá através de ideologias, nem através de moralidades, mas através da consciência. O novo homem viverá através da consciência. O novo homem será responsável – responsável por si próprio e pela existência. O novo homem não será moral, no velho sentido; ele será imoral.

O novo homem trás um novo mundo consigo. Agora mesmo, o novo homem está obrigado a ser uma minoria mutante – mas ele é o transportador de uma nova cultura, a semente. Ajuda-o. Anuncia a sua chegada: esta é a minha mensagem para ti.

O novo homem é aberto e honesto. Ele é transparentemente real, autêntico e auto-revelado. Ele não será hipócrita. Ele não viverá através de objectivos: ele viverá o aqui e agora. Ele só conhecerá um tempo: agora, e só um espaço: aqui. E através dessa presença ele saberá o que é Deus.

Celebremos! O novo homem está a chegar, o velho está a ir. O velho está na cruz, e o novo está no horizonte.

Osho


Normose


Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.

A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

Martha Medeiros
 

domingo, 4 de outubro de 2009

Geometria Sagrada

Geometria


geo+metria = medição da terra


Geometria Sagrada = o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo com o propósito de compreender a Unidade que permeia toda a Vida.



O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.



Estudiosos observaram que o mapa da planície de Gizé, no Egito, propõe o desenho duma espiral áurea, unindo-se a localização das pirâmides e algumas câmaras ou salas ainda não descobertas. A espiral áurea também está presente no formato do crescimento do caramujo conhecido por Nautilus Marinho, e na flor do girassol. Ela nos remete a um número áureo 1,61764... da seqüência de Fibonacci, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55... em que cada número é obtido pela soma dos dois outros que o antecedem. O número áureo 1,6... aparece como resultado da divisão do maior pelo seu antecedente na maioria das vezes. A espiral áurea é uma forma geométrica obtida pela união de vários semi-círculos inscritos em quadrados de lados cujas medidas seguem a seqüência de Fibonacci. Supõe-se que os antigos egípcios, com suas pirâmides, e outros povos, como os Maias, queriam entrar em contato com civilizações estelares. Além da disposição referida, ocupando pontos específicos da malha magnética da Terra, a geometria das pirâmides, tetraédrica, seria outra chave fundamental para se estabelecer o contato.



Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe).



Forma geométrica resultante do encontro de dois círculos, conhecida também como o “Olho de Deus”. O desenho de linhas retas, tangentes aos 2 círculos, marcam 4 pontos que unidos apresentam medidas com as 3 raízes quadradas sagradas: de 2, cuja qualidade é a geração; de 3, cuja qualidade é a formação de 3 espaços dimensionais; e de 5, cuja qualidade é a regeneração e é vista como representando as qualidades férteis do Cristo, ou os órgãos genitais da Deusa Mãe. Deu origem também à Flor da Vida, um padrão geométrico presente no DNA e nas células de todos os seres.


Os sólidos platônicos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos. São os únicos poliedros compostos de polígonos regulares. São tidos como símbolos visíveis e demonstrativos da Orgânica do Universo e conhecidos desde a Antigüidade por Platão, e a eles foram atribuídos vários significados místicos. Eles são o tetraedro (4 faces, elemento Fogo, cor vermelha), o cubo (6 faces, elemento Terra, cor Verde), o octaedro (8 faces, elemento Ar, cor Amarela), o dodecaedro (12 faces, elemento Éter, Cor Violeta, Força Universal da Vida) e o icosasedro (20 faces, elemento Água, cor Azul, Força Biológica da vida). Mas, por que apenas cinco? Repararam que o icosaedro se aproxima da forma geométrica mais perfeita que existe, a esfera?

A Geometria Sagrada está presente nas pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiestésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais - chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.

Também é usada de maneira inconsciente e inocente nas tatuagens. Toda forma possui um campo vibracional e energético. Que tipo de energia poderá resultar de símbolos demoníacos? E quando sobrepostos a órgãos do corpo? Carece que as pessoas tomem mais cuidado ao usarem adornos e imagens.

A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.

“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar. Por toda a parte, existe Geometria”. (Platão)


O ensinamento da geometria é utilizado para mostrar a verdade ancestral de que toda a vida emerge de um mesmo padrão, podemos ver claramente que a vida floresce de uma mesma fonte: a força criativa inteligente e incondicionalmente amorosa que alguns chamam de "Deus". As verdades simples da Geometria Sagrada são o meio mais eficaz para ilustrar à nossa mente lógica a unidade de todas as coisas. O estudo das relações entre essas proporções e formas nos leva à compreensão de que tudo o que existe advém de uma única Verdade. Uma única fonte. E que somos parte dela.


Os métodos para integrar o hemisfério esquerdo (a mente, o lado lógico) e o hemisfério direito (emocional/sentimental/intuicional) até que surja uma compreensão fluida do Cosmos, de forma a que este não seja apenas entendido intelectualmente, mas que seja experimentado tangivelmente. Cada ser humano tem um talento único que, quando é descoberto, nutrido e vivido verdadeiramente, tem o poder de mudar o nosso próprio mundo pessoal. Ao viver esse ser verdadeiro e puro, para lá das nossas crenças limitadoras, mudamos lentamente o mundo ao nosso redor numa experiência de intenção superior, de maior liberdade e possibilidade.

Geometria Sagrada é uma meditação para a nossa lógica cerebral. São ensinamentos que indicam ao hemisfério esquerdo como em verdade só existe uma consciência, um espírito, um Deus, e que todos somos parte dessa unidade. Depois da mente compreender este conceito, é ensinado a Meditação Mer-Ka-Ba, que permite sentir e experimentar esta unidade com toda a vida. Os hemisférios esquerdo e direito despertam repentinamente esta verdade universal e o coração começa a por em ação esta verdade. É muito importante ver e sentir esta unidade com a vida claramente dentro de cada aspecto das nossas próprias vidas. Ambos os lados do cérebro começam a mover-se para a harmonia e o equilíbrio, e este tipo de equilíbrio ajuda a que o coração se abra e se integre a mente, o que emana paz e equilíbrio até todos os aspectos do nosso ser. A harmonia e o equilíbrio abrem janelas na nossa mente, no nosso coração e no nosso espírito. Sem unidade divina dentro de nós mesmos, essas janelas de inspiração raras vezes estarão disponíveis.

A unidade interna abre uma porta dentro de nós mesmos e permite que a Energia Vital, ou a "energia de força de vida divinamente balanceada", entre nos canais más internos do nosso ser físico. Isto inicia um processo de cura interna e de rejuvenescimento que afeta os nossos corpos físico, emocional e espiritual.

A Geometria Sagrada é uma metáfora da ordenação do Universo: é o estudo das proporções, padrões, sistemas, códigos e símbolos que subjazem como eterna fonte da vida, da Matéria e do espírito. A Geometria Sagrada é a “aura” digital da criação. É o gênesis de todas as formas. É um caminho para compreender quem somos, de onde vimos e onde estamos.


  
Habitamos num Universo semiótico, é dizer, construído a partir de processos de significação. Elaboramos estes significados com base em códigos, estruturas, linguagens e símbolos.

A natureza também tem a sua própria linguagem, a linguagem geométrica.

A Geometria Sagrada é o código e o utilizar do alfabeto da Natureza que se encontra na Arte, na Arquitetura, no Desenho, na Ciência, na Física vanguardista, na Geomancia, na Música, na Cabala, nas Matemáticas, na Ciência de Implosão, no ADN, nas Reticulas terrestres, nas Cores, no nosso Coração, nos Animais, na Geologia, nas linguagens, na Flor da Vida.

Em suma, a Geometria é a Ciência que estuda as proporções e as medidas da matéria, da Terra; e Sagrada tanto na sua relação como no princípio da auto-sustentação.

QUE SIGNIFICA MERKABA?

A palavra Merkaba é composta de três palavras mais pequenas: Mer, Ka e Ba. Esta palavra provêm do Egipto Antigo e existem diversas maneiras de a pronunciar e escrever, tais como Merkabah, Merkava e Merkavah. Na FLOWER OF LIFE geralmente pronunciamos a palavra com ênfase na segunda sílaba, Mer-KA-Ba. Outros, contudo, pronunciam-na com o mesmo acento nas 3 sílabas.

'Mer' refere-se a um tipo específico de Luz que era referenciado no Egipto durante a 18ª dinastia, que seguiu a orientação de uma religião que adorava um Deus criador de toda a vida. 'Mer' era visto como dois campos de luz giratória rodando em contra rotação no mesmo espaço. Estes campos são gerados quando uma pessoa realiza determinado padrão de respiração. 'Ka' refere-se ao espírito individual de uma pessoa. 'Ba' refere-se à interpretação do espírito desde a sua realidade particular. Na realidade humana, 'Ba' define-se geralmente como o corpo ou a realidade física. Noutras realidades, onde os espíritos não têm corpos, 'Ba' refere-se aos conceitos ou à sua interpretação da realidade do reino onde eles existem.

O QUE É O MERKABA?


O MERKABA é um campo contra rotacional de luz, gerado pela rotação de formas geométricas específicas, que afecta positivamente e em simultâneo o nosso espírito e o nosso corpo. É um veículo que pode ajudar a mente, o corpo e o espírito a aceder e a experimentar outros planos da realidade, outros potenciais de vida. Efectivamente, o MERKABA é muito mais do que isso. Alunos que integraram grupos de estudo da FLOWER OF LIFE e que aprenderam a meditação Mer-Ka-Ba, expressaram que aprenderam mais acerca de si mesmos, assim como se conseguiram conectar-se com o seu Eu Superior e atingiram novos níveis de consciência. O MERKABA é uma ferramenta que ajuda os seres humanos a alcançar o seu pleno potencial. É um campo de energia cristalino que é composto de geometrias sagradas específicas, que alinham a mente ao corpo e ao coração. Este campo de energia criado a partir da Geometria Sagrada, extende-se ao redor do corpo até uma distância de cerca de 20 metros. Estes campos de energia geométricos, giram normalmente ao redor do nosso corpo a uma velocidade próxima da velocidade da luz, mas para a maioria de nós eles tornaram-se mais lentos ou pararam de girar completamente, devido à falta de atenção e de uso. Quando este campo é reactivado e está a girar apropriadamente, é chamado um Mer-Ka-Ba. Um Mer-Ka-Ba completamente activado pode ver-se como a estrutura de uma galáxia ou de um OVNI em movimento. MER- LUZ , KA- ESPÍRITO, BA- CORPO, VEÍCULO.

MEDITAÇÃO MER-KA-BA

A Meditação Mer-Ka-Ba é uma técnica de meditação de 17 respirações e de visualização que expande a consciência enquanto integra os diversos corpos (corpo físico, mental, emocional, etc.). Esta meditação ativa o corpo de luz espiritual, conhecido como Merkaba. O Mer-Ka-Ba permite-nos experimentar a consciência expandida, conecta-nos com potenciais elevados de consciência e restaura o acesso à memória das infinitas possibilidades do nosso ser.
Quando a Meditação Mer-Ka-Ba se realiza correctamente, o Mer-Ka-Ba integra de forma fluida os aspectos femininos (intuitivos, receptivos) e os masculinos (ativos, dinâmicos) da nossa mente e espírito.

Esta meditação ativa o seu corpo espiritual conhecido como Merkaba, que trabalha como um cristal energético que serve para acelerar o seu processo de evolução, expandindo a consciência multidimensional até o nível crístico.
Este corpo de luz pode nos levar de uma dimensão à outra e em alguns casos nosso corpo físico também. Este processo é uma ampliação de nosso estado de amor e a aplicação desta energia através do conhecimento de nossos padrões de geometria sagrada. A ativação do amor em nosso ser depende de uma total integração com o nosso ser, saindo dos estados de medo e integrando-nos com o amor universal.

A relembrança de nosso Merkaba conscientemente e a colocação deste conhecimento em prol de nossa evolução e da humanidade consistem num passo muito importante para a integração do planeta. Para tanto aprendemos a estabelecer uma conexão consciente com as redes de energia de nosso planeta com o cosmos.

Uma viagem a teu interior e a outras dimensões de seu ser.

Um encontro com seu Eu Superior.

Um veículo de luz para transformação interior.

Uma iniciação à um conhecimento milenar.

Um reconhecimento de quem verdadeiramente és e porque estas aqui.


SÍMBOLO FLOWER OF LIFE





O símbolo da Flor da Vida é considerado sagrado entre diversas culturas em todo o mundo, tanto antigas como modernas. Dentro deste símbolo podem-se encontrar todos os blocos de construção do Universo que nós chamamos os Sólidos Platónicos. O símbolo pode usar-se como uma metáfora para ilustrar a conexão de toda a vida e do espírito dentro do Universo. A imagem ao lado apresenta uma variação, pois foi integrado sobre a malha formada pela intersecção dos diversos pontos, um coração - símbolo do coração sagrado - e uma espiral - o movimento perfeito e infinito.
 
Geometria Sagrada


Metraton, o Arcanjo dos Pesos e Medidas.

O regente da Geometria Sagrada.

Metraton (aspecto masculino) - Shekinah (aspecto feminino)

Também conhecido como Metatron, Matretton, Mittron, Metaraon, Merraton. Nos escritos que não pertencem às escrituras, Metraton é um super anjo. O seu nome inclui o rei dos anjos, príncipe da face divina, anjo da promissão e muitos outros. Ele liga o humano ao divino. O significado do seu nome é em si um mistério. Alguns pensam que o nome vem do latim metator ("guiar ou medir"); outros pensam que é apenas uma invenção judaica.

Quando é invocado, Metraton aparece como um pilar de fogo, ofuscante como o Sol. Em algumas fontes ele é visto como sendo mais poderoso do que Miguel. Muitos mitos rodeiam Metraton, incluindo que ele possa ter sido um mortal (o profeta Enoch) que se transformou em
anjo que agora funciona como um escriba oficial divino, que detém todos os segredos escritos e vigia tudo o que os humanos estão a fazer. Podem vê-lo como o criador e o bibliotecário dos escritos de Akashi.

Em Key of Solomon, por S. Lidell MacGregor Mathers, o Primeiro Pentáculo do Sol — «O Semblante de Shaddai Todo-poderoso, a cuja presença todas as criaturas obedecem, e os Espíritos Angélicos fazem a reverência de joelho dobrado. . . » — é a representação de Metraton. Em volta do disco está escrito:
«Contemplem a Sua face e forma pelas Quais todas as coisas se formaram, e pelas Quais todas as criaturas obedecem».

Embora seja entusiasticamente apoiado pelos rabis, ocultistas e pelos praticantes da alta magia e da magia cerimonial, Metraton é um espinho no lado dos cristãos. Metraton é o anunciador da verdade, e dá inspiração e conhecimento àqueles humanos que eram parecidos a ele antes da sua ascensão (Enoch).

Os cristãos têm um problema com os humanos transformarem-se em anjos, e continuam a referir-se a Enoch como Enoch, sem o título angélico (Metraton). Ainda pior do que isso, eles associam Metraton a Satanás, insinuando que Metraton é um demónio sedento de sangue que tem prazer em destruir lentamente as pessoas desobedientes. Não será necessário dizer que os argumentos entre os padres e os rabis passam como bolas num jogo de ténis.

Num outro mito, o profeta Elias foi transformado no irmão gêmeo de Metraton, chamado Sandolphon. O seu dever é reunir as preces de todos os praticantes (mais ou menos como o Serafim, no sistema dos Nove Coros). Desta fina teia de energia ele tece uma grinalda ou tapeçaria púrpura e vermelha.

Contudo, o mais interessante sobre Metraton é a associação com Shekinah, a versão hebraica da Shakti hindu, que é o lado feminino de Deus no humano. A criação do mundo é obra de Shekinah (de acordo com Zohar). Então, o propósito da vida é juntar as duas metades, masculina e feminina, para criar um universo equilibrado.
Ah, o princípio pagão! Quem diria!?

Shekinah é conhecida como «a glória que emana do divino» e representa a libertação. Muitos vêem-na como «o espírito divino». A associação do Espírito Santo como feminino ajuda a equilibrar a cura. Na mito judaico, Shekinah está entre o criador e o humano. No Sabbath ela faz descer o seu véu da divindade sobre os crentes colectivos. No fim do dia ela volta ao seu lugar de/com a divindade.

Numa lenda, quando Adão e Eva perderam o Jardim do Éden, Shekinah permaneceu lá. Isto indica que os humanos se viraram para as ideias patriarcais e deixaram para trás as energias da Deusa Mãe. Outro mito indica que ela selou o seu destino com Adão e Eva e que deixou o Jardim de Éden com eles.

O propósito do universo é reunir Metraton (o Criador) e Shekinah (a Criadora).
Em Matratone Shakinah vemos o conceito pagão de Deus e Deusa. Pode ser por isto que os cristãos olhem com desdém para Metraton e Shekinah, já que o divino feminino foi colocado abaixo do poder patriarcal.

Correm rumores de que muitas das tarefas do Clã dos Sete é trazer as energias de Shekinah de volta para a humanidade, para que tudo possa estar em equilíbrio e harmonia.





Figura 1 - Do vácuo à esfera


Imaginemos que no início tinhamos o vácuo, a consciência primordial, chamemos-lhe o Espírito. Com o objectivo de criar dispara um raio de consciência no vácuo, primeiro para a frente, depois para trás (um eixo), para a esquerda e direita (outro eixo) e por último, para cima e para baixo (terceiro eixo), obtendo-se assim o primeiro desenho da figura 1, isto com a mesma distância nas 6 direcções, definindo as coordenadas espaciais (Norte, Sul, Este, Oeste e uma direcção ascendente e descendente).



Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z. Esta capacidade criativa é inata a todos os humanos.



Se unirmos agora as várias direcções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou quadrado (segundo desenho, ver em perpectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho).



É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte, o que é amplamente descrito no Livro do Conhecimento de Hurtak, "A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula temporal consciencial".


Figura 2 - Octaedro

Como pode ser observado na figura 2 acabámos de obter um octaedro (na forma tridimensional). É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo. Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.

A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastar-nos ou aproximar-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias.

Se movimentarmos este octaedro na direcção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exactamente isto o que os iniciados no Egipto faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direcções assumem bastante importância para algumas meditações específicas.

Toda a gente que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao facto de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino. O que os egípcios estavam a fazer ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à criação da Eva a partir de uma costela do Adão.

Tudo o o que conhecemos foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (deuses criadores) e libertarmo-nos de Maya.







  Anarion Macintosh - The spiral and the six stages of creation (acrylic on canvas)












Padrão da Génese


Figura 3 - Padrão da Gênese

Partindo desta primeira esfera ou bolha no vácuo (primeiro desenho da figura 3) o Espírito projecta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada).

Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação ("Fez-se Luz").

Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como "Vesica Piscis" (figura 4) associado ao Cristianismo e também conhecido como o "Peixe de Jesus" (numerologia).
Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra. Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível por exemplo a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.




No segundo dia da criação com uma terceira esfera obtemos o símbolo da Santíssima Trindade (figura 4), a geometria básica da estrela tetraédrica, uma das formas geométricas mais importantes na criação (forma da Merkaba, corpo de luz que nos permite voltar ao estado de consciência original).

"Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar uma Estrela de David, nasce um novo universo estelar de inteligência" (J.J. Hurtak).



 
Figura 4 - "Vesica Piscis" e "Tripod Of Life"

Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.

Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Génese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.




Semente da vida

Se pegarmos no padrão da Génese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como Torus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Torus visto de cima em duas dimensões).

Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Torus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias. O nosso planeta é um Torus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho) o que permite as predecessões dos equinócios (ponto zero). O Torus está também presente no corpo humano (como exemplo o coração que tem sete músculos formando um Toroidal bombeando para sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.



 

    Figura 5                                                              











Figura 6 - Espiral Torus com as sete regiões diferenciadas

Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6) em torno da Semente da vida, obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida (figura 7).






Figura 7 - Ovo da Vida

O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz... Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.






Figura 8 - Árvore da vida

Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.
Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é porquê parar nos 19 círculos ? Isto deve-se à descoberta do próximo componente que era de extrema importância , por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.










Figura 9 - Flor da vida

Se olharmos bem para a Flor da vida deparamo-nos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas na verdade). Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento). Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida :






Figura 10 - Fruto da Vida

Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência. Na Terra é chamada de Fruto da vida. O Torus, Ovo da vida e Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade sem excepção.

 

Se combinarmos estes treze círculos (femininos) com todas as linhas rectas possíveis (masculinas) como é exemplificado na figura abaixo vamos obter a forma geométrica sagrada conhecida como o Cubo de Metatron :










Figura 12 - Cubo de Metatron



Figura 13 - Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron


O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física (figura 14).

O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.




Figura 14 - Os cinco sólidos platônicos e a estrela tetraédrica (Merkaba) contidos no Cubo de Metatron.











Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado do interior das Pirâmides. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos.
Tetraedro - Fogo
Cubo - Terra                                  
Octaedro - Ar
Icosaedro - Água
Dodecaedro - Éter
Esfera - Vácuo


"Isto não é apenas matemática, círculos ou geometria. Isto é o mapa vivo de toda a criação da nossa realidade."

Drunvalo Melchizedek



Círculo de Cereais



círculo de cereais (crops circle)




thoth day night

Thot, o deus egípcio que dizem que originou o culto grego ao deus Hermes!! O deus do conhecimento...









Zodíaco



O Reino Angélico
Nossos histórias da Terra estão ligadas a distorções e limitações. Mentiras e boatos a respeito dos seres do reino angélico.
É sábio certamente para você pôr simplesmente de lado o que você pôde ter aprendido sobre eles dos historiadores passados.
A informação melhor que você pode ter do reino Angélico (Dyhani Chohans em Sanskrit/Tibetan) é aquela que você encontra dentro de si em suas experiências diretas.
O que é apresentado aqui é uma quantidade de informações colocadas em ordem para ajudar-lhe a ganhar essa experiência pessoal.
Um dos melhores ensinos na época moderna a respeito do Arcanjos vem de Mestres ascenso, Djwhal Khul, conhecido às vezes como "o tibetano".
Djwhal usa a árvore da vida como um ponto da referência.
A árvore da vida é um aspecto da ciência espiritual conhecida como a geometria sagrada.
A árvore é encontrada dentro da flor da vida que é encontrada dentro da flor do ser.
O estudo da geometria sagrada é eficazmente um estudo do Arcanjo Metatron. 



Os 10 Arcanjos na árvore Cabalística da vida:




Cada Arcanjos têm uma tendência profunda para um dos aspectos da árvore, e cada aspecto ou Sephirah, como são chamados, como um planeta particular e um Arcanjo particular associado.
O Arcanjos são manifestações diretas do criador e não tem nenhuma vontade livre como nós temos. São como o braço direito do criador. Estas manifestações diretas, os Arcanjos, "não se estão tornando"; não estão crescendo, exceto no sentido que tudo cresce enquanto o criador cresce. Foram criados diretamente para estas tarefas particulares e fazem-nas magnífica. Fazem-nas sem falha, sem dificuldade, sem resistência, sem opinião falsa, sem nenhumas necessidades, desejam-nas, ou querem-nas.
Deixe-nos começar com o Arcanjo que está no alto da árvore. Seu nome é Metatron e é conhecido como o Arcanjo da presença. Se você notar na árvore, Metatron está em Kether no alto da árvore e Sandalphon está em Malcuth no fundo da árvore. Trabalham estes dois juntos freqüentemente.


Metatron é um representante direto do criador que familiariza os indivíduos com sua divindade, permite que a divindade brilhe através dele, traz essa divindade com as etapas da criação, e permite que se manifeste.


De Kether ilumina, naturalmente, a luz direta, pura, bonita da fonte. Começa a distribuição da luz aos vários sub departamentos de Kether que estão abaixo na árvore para Sandalphon.
O Arcanjo que segue é associado com o aspecto da árvore chamada Chokmah, e seu nome é Ratziel


O Arcanjo seguinte é conectado com o terceiro aspecto da árvore, Binah, e seu nome é
Tzaphkiel.
O quarto aspecto da árvore é chamado Chesed, e o Arcanjo associado com ele tem um outro nome maravilhoso,
Tzadkiel


Agora vemos o quinto aspecto que é chamado Geburah, e o Arcanjo é
Khamael.


O sexto aspecto da árvore é Tiphareth e o Arcanjo você que todos conhecem, porque é
Michael.


O sétimo aspecto de Netzach, e o Arcanjo é
Auriel
O aspecto seguinte, número oito, é hod e nós temos aqui o Arcanjo
Raphael


O sephira seguinte é Yesod (número nove) e o ser maravilhoso de Gabriel


Sandalphon
está trabalhando sempre com as energias da terra, transformando-as ao nível o mais elevado possível, procurando agora guiar a terra e sua manifestação direto em um trajeto liso e fluindo enquanto nós nos movemos para a frente na idade nova. Focaliza o sétimo raio e procura implantá-lo mais firmemente na terra agora.


Djwhal Khul




ÁRVORE DA VIDA







A informação a respeito da árvore da vida veio a nós nas épocas antigas e vem-nos hoje na Cabala (Quaballa, Kabala, Kaballa, etc.). Cada um dos 10 componentes da árvore é chamado um Sephira, e todos os 10 são chamados o Sephiroth. Os termos "Sephira" e "Chakra" são ambos que esclarecem aos mesmos fenômenos espirituais dentro de si e é universal. Quando ativados, transformam-se no núcleo da criação da sua Luz do corpo.

A árvore da vida é uma parte da geometria sagrada e é uma subdivisão da flor da vida.








F l o r d a  V i d a





Se nós projetarmos a árvore da vida na flor da vida nós encontramos um senso exato para combinar!

A árvore da vida projetada na flor da vida










A figura da flor do ser, que poderia ser prolongada para sempre, é a manifestação da ressonância do Arcanjo supremo, Metatron.


Os círculos são realmente esferas de Metatron que é o centro deles todos.





Agora que nós estabelecemos o todo, comece a meditação de que o Todo é :

Dirija a sua experiência pessoal e aprendizagem espiritual dentro de ti.

Da importância do Hexagrama.

Da Figura geométrica do Cubo.

Do Carbono 12 com seus 6 elétrons, 6 prótons e seus 6 nêutrons.

Das 22 Letras sagradas e dos 72 Nomes de Deus.

Das Hierarquias Angélicas e de suas Nove Ordens.

Dos 24 Anciões sua Coroa e seu Cetro real.

Lembra da Luz Metatronica, Metatron está em Kether, no núcleo do átomo, até o trabalho de Sandalphon, está em Malcuth, no elétron deste mesmo átomo.

Os 22 caminhos da Luz, de Metatron a Sandalphon, e do trabalho das hostes Angélicas.

Observe muito bem a Flor.

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